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Pilotos de Airbus não seguiram altitude de plano de voo
03 de Junho de 2009, 12:39

Os pilotos do Air France 447 não cumpriram a altitude prevista no plano de voo
quando a aeronave foi registada pela última vez pelo radar de Fernando de Noronha,
avança o jornal Folha de São Paulo.

Segundo o jornal, o plano de voo previa que o Airbus deveria subir de 35 mil pés
(10,7 km) para 37 mil pés (11,3 km) depois de passar pelo ponto virtual Intol (a 565
km a norte de Natal). No entanto, o avião manteve-se a 35 mil pés à frente do ponto,
segundo informou a Força Aérea Brasileira (FAB) no dia do acidente. O motivo ainda
é desconhecido.

Depois de deixar a área de controlo de Noronha, o que havia à frente do voo da Air
France 447 era uma grande tempestade. A própria FAB havia alertado, na sua rede
de meteorologia na internet, que a tempestade era forte e que o seu topo variava
entre 37 mil e 38 mil pés (11,6 km), ou seja, acima do nível em que o Airbus estava
quando deixou a cobertura de radar brasileira (35 mil pés).

A Folha de São Paulo avança ainda que especialistas acreditam que a companhia
aérea Air France sabe mais do que aquilo que divulgou. Segundo especialistas, o
avião que desapareceu no Atlântico tem um sistema que transmite por satélite à
empresa aérea dados sobre os principais componentes da aeronave no decorrer do
voo. Estas informações podem ajudar a entender as causas do acidente.

O jornal Estadão avança também que a tragédia ocorreu em apenas 4 minutos, de
acordo com mensagens automáticas recebidas pela sede da Air France, em Paris.
Uma sucessão de mensagens indicou uma série de avarias graves nalguns dos
principais computadores da aeronave. O último alerta emitido indicou  "cabin vertical
speed" (cabine em velocidade vertical).

A informação final, dizem investigadores militares, pode ter duas leituras: queda livre
ou uma brusca variação de pressão dentro da cabine, provocada por uma descida
mais rápida do que o comum. Como a tripulação do A330 não fez nenhuma tentativa
de comunicação via rádio e nem a companhia aérea recebeu outros alertas, é
possível que esse seja um "indício técnico" de que o avião caiu no Oceano Atlântico.

Comentários

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CarlosVotação: 0
condolencias.. esgotam-se as lágrimas. Porém, permitam-nos desabafar.. imagino-me
numa noite de nevoeiro e com chuva torrencial, em que o gps não indica nada no
mapa (só verde).. Porque é que não existe radar naquela zona?.. O Concorde caiu,
por uma peça metálica na pista - deixou de voar.. e agora, vão instalar um radar
capaz em Cabo Verde e outro em Fernando Noronha? Eram cidadãos de mais de 30
países.. se todos contribuirem nada custará.. Se fossem portugueses, o Estado não
poderia dar nadinha porque isto está tudo roto. Felizmente, contamos com bom
pessoal de bordo e de manutenção - é o que nos safa por sermos pobres - temos de
ser cautelosos... uma prece em favor das vítimas...
Comentário submetido em 2009-06-03 às 14:17:48
0 respostasResponderReportar comentário abusivoPedroVotação: 0
Lamento por tudo o que aconteceu para as familias das vitimas mortais.
Comentário submetido em 2009-06-03 às 14:17:01
0 respostasResponderReportar comentário abusivoGilberto XavierVotação: 0
Que Deus os tenha na sua glória. E as famílias enlutadas as mais sentidas
condolências. Rezemos pelas suas almas e descansem em paz.Amen
Comentário submetido em 2009-06-03 às 14:14:30
0 respostasResponderReportar comentário abusivoJosé C. FariaVotação: +1
Avarias eléctricas/electrónicas estão a ser cada vez mais comuns... Não será por
causa da potência dos equipamentos que os passageiros levam e usam a bordo
(telemóveis, computadores, video-jogos, máquinas fotográficas/filmadoras) que
acabam por interferir nos delicados instrumentos de bordo ? Até há bem pouco tempo
atrás não se permitia a utilização de tais equipamentos a bordo...
Comentário submetido em 2009-06-03 às 14:14:17
0 respostasResponderReportar comentário abusivoHelenaVotação: 0
Paulo (Évora) Concordo em absoluto consigo. Sempre que viajo pela TAP sinto-me
(não sei porquê) mais segura. Tb já viajei pela Air France e do que recordo tb tudo
correu lindamente. O problema é que há horas infelizes nas nossas vidas e para
estes 228 passageiras infelizmente a deles chegou inesperadamente.



A QUEM VAI SERVIR O TGV


Este é o pensamento político que temos  (em Portugal)  , está em todas:

·        Estádios de futebol, hoje às moscas,
·        TGV,
·        novo aeroporto,
·        nova ponte,
·        auto-estradas onde bastavam estradas com bom piso,
·        etc. etc.

A quem na verdade serve tudo isto?

PORTUGUESES, LEIAM AS LINHAS SEGUINTES E PENSEM

A QUEM VAI SERVIR O TGV ...

1.      AOS FABRICANTES DE MATERIAL FERROVIÁRIO,
2.      ÀS CONSTRUTORAS DE OBRAS PÚBLICAS E ...CLARO,
3.      AOS BANCOS QUE VÃO FINANCIAR A OBRA ...


OS PORTUGUESES FICARÃO - UMA VEZ MAIS

- ENDIVIDADOS DURANTE DÉCADAS

POR CAUSA DE MAIS UMA OBRA MEGALÓMANA ! ! !

Experimente ir de Copenhaga a Estocolmo de comboio.

Comprado o bilhete, dá consigo num comboio que só se diferencia dos
nossos 'Alfa' por não ser tão luxuoso e ter menos serviços de apoio
aos passageiros.

A viagem, através de florestas geladas e planícies brancas a perder de
vista, demorou cerca de cinco horas.

Não fora conhecer a realidade económica e social desses países, daria
comigo a pensar que os nórdicos, emblemáticos pelos superavites
orçamentais, seriam mesmo uns tontos.

Se não os conhecesse bem perguntaria onde gastam eles os abundantes
recursos resultantes da substantiva criação de riqueza.

A resposta está na excelência das suas escolas,

·        na qualidade do seu Ensino Superior,
·        nos seus museus e escolas de arte,
·        nas creches e jardins-de-infância em cada esquina,
·        nas políticas pró-activas de apoio à terceira idade.

Percebe-se bem porque não

·        construíram estádios de futebol desnecessários,
·        constroem aeroportos em cima de pântanos,
·        nem optam por ter comboios supersónicos que só agradam a meia
dúzia de multinacionais.

O TGV é um transporte adequado a países de dimensão continental,
extensos, onde o comboio rápido é, numa perspectiva de tempo de
viagem/custo por passageiro, competitivo com o transporte aéreo.

É por isso que, para além da já referida pressão de certos grupos que
fornecem essas tecnologias, só existe TGV em França ou Espanha (com
pequenas extensões a países vizinhos).

É por razões de sensatez que não o encontramos

·        na Noruega,
·        na Suécia,
·        na Holanda
·        e em muitos outros países ricos.

Tirar 20 ou 30 minutos ao 'Alfa' Lisboa-Porto à custa de um
investimento de cerca de 7,5 mil milhões de euros não trará qualquer
benefício à economia do País.

Para além de que, dado ser um projecto praticamente não financiado
pela União Europeia, ser um presente envenenado para várias gerações
de portugueses que, com mais ou menos engenharia financeira, o vão ter
de pagar.

Com 7,5 mil milhões de euros podem construir-se:

- 1000 (mil) Escolas Básicas e Secundárias de primeiríssimo mundo que
substituam as mais de cinco mil obsoletas e subdimensionadas
existentes (a 2,5 milhões de euros cada uma);
- mais 1.000 (mil) creches (a 1 milhão de euros cada uma);
- mais 1.000 (mil) centros de dia para os nossos idosos (a 1milhão de
euros cada um).

E ainda sobrariam cerca de 3,5 mil milhões de euros para aplicar em
muitas outras carências como, por exemplo, na urgente reabilitação de
toda a degradada rede viária secundária.

Cabe ao Governo reflectir.

Cabe à Oposição contrapor.

Cabe-lhe a si

participar


Se concordar, reencaminhe esta mensagem!

ana barbosa

Cientistas encontram ligação entre herpes Alzheimer
Vírus do herpes pode contribuir para a doença
Uma pesquisa realizada pela Universidade de Manchester, na Grã-Bretanha, sugere
que o vírus do herpes está ligado à doença de Alzheimer. Em testes realizados em
laboratório, uma equipa de cientistas infectou uma cultura de células cerebrais com o
vírus do herpes, HSV – 1, e verificou um aumento surpreendente da quantidade da
proteína beta amilóide, que está presente nos cérebros de pacientes com Alzheimer.
Segundo o estudo, divulgado pela BBC, a proteína beta amilóide deposita-se em
placas, causando a destruição dos neurónios. Numa experiência paralela, os
investigadores examinaram partes dos cérebros de pacientes que morreram de
Alzheimer e encontraram o material genético do vírus da herpes acumulado sobre as
placas da proteína beta amilóide. Além disso, pesquisas anteriores já haviam indicado
que o vírus HSV-1 se encontrava nos cérebros de 70 por cento de pacientes com
Alzheimer.
O estudo, publicado na revista científica “New Scientist”, refere que a descoberta
poderá abrir caminho para a criação de uma vacina contra a doença de Alzheimer.
A Alzheimer é causada por vários factores e a nossa pesquisa indica que uma série
de mutações genéticas e o vírus da herpes podem estar contribuindo para a doença.
No futuro, as pessoas poderão ser imunizadas contra o vírus HSV-1, o que poderia
ajudar na prevenção da doença degenerativa», explica Ruth Itzhaki, líder da pesquisa.
Nutrição
voltar
Pequeno-almoço
A sua ausência provoca consequências imediatas no organismo.
Por: Patrícia Almeida Nunes - Nutricionista, Hospital de Santa Maria
Para começar bem a manhã, aqui fica um conselho: não saia de casa sem um bom
pequeno-almoço. Mas tome-o com calma, pois bastam 10 minutos para garantir um
bom "arranque" para o longo dia que o espera.
Ao acordar...
O pequeno-almoço tem uma importância considerável para um dia alimentar correcto
e equilibrado. Se não realizarmos esta refeição logo após o acordar - e se pensarmos
que a última refeição foi realizada entre as 20h e as 24h do dia anterior -, temos um
somatório de longas horas de jejum, em nada benéfico, com consequências nefastas
para o organismo. O pequeno-almoço deve ser a primeira refeição do dia e deve ser
tomado logo após o acordar, em ambiente calmo e tranquilo. Esta refeição não pode
ser esquecida, e não devemos justificar a sua ausência com desculpas de falta de
tempo ou falta de apetite.
Quando não toma pequeno-almoço...
A ausência de um pequeno-almoço equilibrado provoca consequências imediatas no
seu organismo. Tome nota:
Menor capacidade de concentração;
Aumento do número de acidentes (de trabalho e de trânsito) durante o período da
manhã;
Após a ingestão do almoço (que irá ser a primeira refeição), sensação de desconforto
gástrico;
Diminuição de rendimento físico e intelectual;
Promove o aparecimento de algumas doenças, tais como obesidade ou diabetes;
Aumento da impulsão de comer demasiado em certas refeições;
Dores de cabeça, enjoo e suores (podem ser os 1.os sinais de hipoglicémia - falta de
açúcar no sangue)
Desmaios (em casos extremos)
A ingestão do pequeno-almoço não invalida a possibilidade de, a meio da manhã,
fazer uma outra pequena refeição
O que comer?
As necessidades calóricas diárias variam de acordo com vários factores: sexo, idade,
actividade e clima, entre outros. Assim sendo, o pequeno-almoço deve ser adaptado
a cada caso.
Se, para uns, uma sanduíche e um copo de leite é suficiente, para outros é apenas o
princípio. Regra geral, o pequeno-almoço deve representar cerca de 20 a 25 por
cento da energia total fornecida pelos alimentos que se consomem diariamente.
No pão, bolachas ou tostas, podem ser adicionados um pouco de manteiga ou
margarina, fiambre magro ou queijo. Todos os produtos de charcutaria devem ser
evitados pela sua riqueza em sal e gorduras, bem como as compotas, pois são
grandes fornecedores de açúcares e de absorção rápida pelo organismo.
Pequeno-almoço à inglesa: sim ou não?
O chamado pequeno-almoço à inglesa é constituído por carne ou peixe, ovos ou
presunto, cereais com leite ou iogurte, pão ou tostas, fruta ou sumos de fruta,
compota ou manteiga e, por vezes, feijão.
Este tipo de pequeno-almoço irá fornecer cerca de 40 a 45 por cento das calorias
necessárias, sendo, como já referimos, o ideal de 20 a 25 por cento do valor calórico
total.
Estas refeições são de grande volume, promovem digestões mais morosas e uma
maior ingestão de gorduras (saturadas) e calorias. Devem, por isso, ser evitados por
pessoas pouco activas, sedentárias, com excesso de peso ou com problemas de
diabetes ou cardiovasculares e idosos.
Lembre-se!
Uma pessoa saudável deve ter um regime alimentar variado e equilibrado, adaptado à
sua idade, sexo e actividade.
Uma boa alimentação é um dos factores do meio ambiente que maior influência vai ter
sobre a saúde. É necessário ter em conta que a alimentação condiciona o
desenvolvimento físico e influencia o desenvolvimento intelectual. Assim, um dos
princípios básicos da alimentação saudável é torná-la variada, comendo de tudo um
pouco, várias vezes ao longo do dia (um mínimo de cinco refeições diárias).
A ingestão do pequeno-almoço não invalida, por isso, a possibilidade de, a meio da
manhã, fazer mais uma pequena refeição, que poderá ser constituída por fruta,
iogurte ou algumas bolachas.
Regras de ouro para um bom pequeno-almoço

Comer devagar, mastigando bem os alimentos;
Tomar num ambiente calmo;
Sempre à mesma hora;
Rico em proteínas e hidratos de carbono de absorção lenta e com baixo teor de
gorduras;
Variado.        
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